Oferta como forma de adoração?

Oferta como forma de adoração?

Quase sempre, ofertar financeiramente na obra de Deus é fruto de duas atitudes bem distintas. Por um lado, temos aqueles crentes que assim fazem pois, conscientemente, desejam ajudar a suprir as necessidades materiais do trabalho local. Enquanto que outros fazem isso para barganhar com Deus, em troca de uma benção, por obrigação e constrangimento, algo assim.

Claro, a primeira razão é a correta! O crente fiel e responsável, alegremente e generosamente deve entregar o seu dizimo e as suas ofertas com um coração cheio de gratidão e para ajudar nos custos da igreja local (aluguel, impostos, funcionários, sustento pastoral, assistência social etc) e tudo isso está corretíssimo. Parabéns para você que tem essa consciência e maturidade!

No entanto, os Evangelhos registram uma oferta especial de uma mulher anônima, que diante de Jesus, parece não ter nenhuma dessas duas intenções que menciono acima, mas que ganhou uma nova e surpreendente conotação, e ela recebeu um singular elogio do Mestre, entrando para história da fé cristã.

LEIA ESSA HISTÓRIA E MEDITE EM ORAÇÃO:

“Jesus estava no povoado de Betânia, sentado à mesa na casa de Simão, o Leproso. Então uma mulher chegou com um frasco feito de alabastro, cheio de perfume de nardo puro, muito caro. Ela quebrou o gargalo do frasco e derramou o perfume na cabeça de Jesus.
Alguns que estavam ali ficaram zangados e disseram uns aos outros:
— Que desperdício! Esse perfume poderia ter sido vendido por mais de trezentas moedas de prata, que poderiam ser dadas aos pobres.
Eles criticavam a mulher com dureza, mas Jesus disse:
— Deixem esta mulher em paz! Por que é que vocês a estão aborrecendo? Ela fez para mim uma coisa muito boa. Pois os pobres estarão sempre com vocês, e, em qualquer ocasião que vocês quiserem, poderão ajudá-los. Mas eu não estarei sempre com vocês. Ela fez tudo o que pôde, pois antes da minha morte veio perfumar o meu corpo para o meu sepultamento. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: em qualquer lugar do mundo onde o evangelho for anunciado, será contado o que ela fez, e ela será lembrada.

Que história extraordinariamente linda! Sobretudo porque essa mulher era uma prostituta, talvez nem mesmo era uma das filhas de Israel. Mas, ela superou todos os discípulos, todos os escribas, todos os sacerdotes. Ela entendeu que a verdadeira adoração é algo que nasce num coração penitente, que é fruto de uma alma humilde e simples. Ela nos prova com a sua atitude que para contribuir financeiramente com a obra de Deus, não precisamos tão somente de motivos obvios dos custos da uma igreja local. É claro que eles existem e devem ser considerados por todos os membros da igreja. É um absurdo a omissão de milhares de crentes, que se acham no direito de usufruir de todas as coisas da sua congregação e não arcar com os custos. Mas, ofertar deve ser acima de tudo, adoração!

VOCÊ JÁ FEZ ALGO ASSIM?

Você deseja em seu coração fazer isso agora? Use o espaço de comentários para compartilhar uma palavra! Quero lembrá-lo que dispomos aqui no site informações de como você pode ofertar com a nossa igreja. Para mais informações acesse a página de “Mantenedores”. Deus te abençoe!

JAMIERSON OLIVEIRA – pastor titular e teólogo

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Comentários

  1. Wainer Padilha : maio 3, 2016 at 2:07 am

    A nossa verdadeira adoração não depende do quão belo é aquilo que fazemos ou qual é o valor daquilo que ofertamos, mas sim do quanto somos capazes de nos apresentar diante de Deus com nosso coração quebrantado reconhecendo que somos dependentes Dele para tudo…até para ofertar!

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